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nesta sexta-feira 13 de julho, dia mundial do rock, o Léo Azevedo, um dos meus orientandos, apresentou o tcc dele em auditório cheio e pra uma banca maravilhada. eu venho aqui compartilhar um pouco do projeto dele, que é um ilustrador sensacional (ambos os Léos meus orientandos são ilustradores sensacionais) e um über nerd.
o tcc é uma articulação de teoria e prática, e busca um referencial bem interessante nos estudos culturais, onde o Léo trabalhou tribalismo, hibridismo, identidade fragmentada e cultura cyberpunk numa série de anime chamada Charlotte Guns, criada por ele.

não é só ilustração, nem só o trabalho de documentação sobre a ilustração (porque a prática do Léo inclui um artbook, um manual de criação dos personagens e um manual de uso e aplicação de identidade visual pra toda a série), mas de buscar compreender onde e como funcionam as referências dele trazidas pras artes. referências que vão desde a cultura urbana do grafiti e da tatuagem até as influências do superflat e da cybercultura, especificamente o cyberpunk.

[ Kori, a protagonista. a menina do cabelo roxo que me faz fazer óun toda vez que olho ]


não apenas um trabalho cuidadoso - que mereceu o 10 COM LOUVOR da banca -, que envolveu apuro das artes que já existiam, mas uma busca que atravessou as metodologias do design e as teorias culturalistas, num projeto que eu pretendo ver animado tão logo quanto possível. Charlotte Guns é multicultural e pós-moderna (ok, ambas as coisas se entrelaçam). como quando as ilustrações marcam a influência estética do Dia de Los Muertos.


agora só espero os próximos passos: animar a série e levar pro mundo.

< este é o Seido, mas eu (e todo mundo) vemos o Léo nele. >

aqui a capa do manual de uso, com o personagem Kebat-Kebit:

e as aplicações. em capa de mangá:

num adesivo para notebook:

em adesivos da marca e do símbolo da série CHARLOTTE GUNS:

alguns anos de trabalho prático, meses de mergulhos teóricos, e um resultado: queremos a série animada, Léo!
* a ilustração de apresentação deste post é a minha preferida, com a Kori-do-cabelo-roxinho vestida com as roupinhas do Dia dos Mortos mexicano e os ornamentos cor-de-laranja atrás.
[ aqui, a tese sobre o cyberpunk da Adri Amaral, uma das bases teóricas do Léo ]
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nesta sexta-feira 13 de julho, dia mundial do rock, o Léo Azevedo, um dos meus orientandos, apresentou o tcc dele em auditório cheio e pra uma banca maravilhada. eu venho aqui compartilhar um pouco do projeto dele, que é um ilustrador sensacional (ambos os Léos meus orientandos são ilustradores sensacionais) e um über nerd.

o tcc é uma articulação de teoria e prática, e busca um referencial bem interessante nos estudos culturais, onde o Léo trabalhou tribalismo, hibridismo, identidade fragmentada e cultura cyberpunk numa série de anime chamada Charlotte Guns, criada por ele.

não é só ilustração, nem só o trabalho de documentação sobre a ilustração (porque a prática do Léo inclui um artbook, um manual de criação dos personagens e um manual de uso e aplicação de identidade visual pra toda a série), mas de buscar compreender onde e como funcionam as referências dele trazidas pras artes. referências que vão desde a cultura urbana do grafiti e da tatuagem até as influências do superflat e da cybercultura, especificamente o cyberpunk.

[ Kori, a protagonista. a menina do cabelo roxo que me faz fazer óun toda vez que olho ]

não apenas um trabalho cuidadoso - que mereceu o 10 COM LOUVOR da banca -, que envolveu apuro das artes que já existiam, mas uma busca que atravessou as metodologias do design e as teorias culturalistas, num projeto que eu pretendo ver animado tão logo quanto possível. Charlotte Guns é multicultural e pós-moderna (ok, ambas as coisas se entrelaçam). como quando as ilustrações marcam a influência estética do Dia de Los Muertos.

agora só espero os próximos passos: animar a série e levar pro mundo.

< este é o Seido, mas eu (e todo mundo) vemos o Léo nele. >

aqui a capa do manual de uso, com o personagem Kebat-Kebit:

e as aplicações. em capa de mangá:

num adesivo para notebook:

em adesivos da marca e do símbolo da série CHARLOTTE GUNS:

alguns anos de trabalho prático, meses de mergulhos teóricos, e um resultado: queremos a série animada, Léo!

* a ilustração de apresentação deste post é a minha preferida, com a Kori-do-cabelo-roxinho vestida com as roupinhas do Dia dos Mortos mexicano e os ornamentos cor-de-laranja atrás.

[ aqui, a tese sobre o cyberpunk da Adri Amaral, uma das bases teóricas do Léo ]

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